quarta-feira, 11 de julho de 2012



Projeto

Bullying: um problema com tradução através do cordel








1 APRESENTAÇÃO

O tema proposto Bullying: um problema com tradução através do cordel aborda uma importante questão da atualidade que é o bullying social, problema mundial, que tem acontecido principalmente dentro das escolas, compreendendo a todas as formas de maneiras agressivas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivo evidente causando traumas, e que são executadas dentro de uma relação desigual de poder. Neste projeto,  pretende-se a partir da tradução literal da palavra bullying, que é um termo de origem inglesa, fazer uma leitura crítica desse problema através da Literatura de Cordel
O bullying escolar classificado como prática de atos agressivos e humilhantes de um estudante ou grupo de estudantes contra um colega pode causar desmoronamento na auto-estima de uma criança ou adolescente e tudo isso pode influenciar de maneira negativa sobre sua competência de adiantar-se acadêmica e socialmente.
Quando não há intervenções eficazes contra o bullying, o espaço escolar torna-se totalmente corrompido. Todas as crianças, são afetadas, passando a experimentar sentimentos de ansiedade e medo. As crianças ou os jovens que praticam o bullying têm grande perspectiva de se tornarem adultos com comportamentos anti-sociais e violentos, podendo vir a adotar, inclusive, atitudes delituosas ou delinqüentes. E os alunos que sofrem bullying, dependendo de suas características individuais e do meio em que vivem, poderão não ultrapassar os traumas sofridos na escola. Poderão quando adultos apresentar sentimentos negativos, especialmente com baixa auto-estima, tornando-se indivíduos com sérios problemas de relacionamento. Poderão adquirir, também, um comportamento hostil.
A prática de bullying começou a ser pesquisada há cerca de dez anos na Europa, quando descobriram que essa forma de violência estava por trás de muitas tentativas de suicídios de adolescentes. No Reino Unido, por decisão governamental, hoje todas as escolas já implantaram políticas antibullying. No Brasil se faz extremamente urgente que cada escola desenvolva sua própria estratégia para erradicá-lo, porque a única maneira de se combater esse grave problema, é através da cooperação de todos os envolvidos: professores, funcionários, alunos e pais. As medidas tomadas pela escola para o controle do bullying, se bem aplicadas e envolvendo toda a comunidade escolar, contribuirão positivamente para a formação de costumes de não violência na sociedade.
Diante o exposto, apresentamos esta proposta que tem como público-alvo os alunos do 8º e 9º ano, a qual trabalhará a conscientização com relação ao referido tema, durante as aulas de Língua inglesa e Língua Portuguesa de forma interdisciplinar, através da Literatura de Cordel, uma eficaz ferramenta pedagógica, principalmente porque é uma literatura popular que possibilita abordar temas atuais e do cotidiano. Trazer o Cordel para a sala de aula é contextualizar o aluno no meio social e fazer discurso com outras disciplinas como história e artes, é reafirmar a Literatura de Cordel como identidade não somente do povo nordestino, mas do povo brasileiro.

  2 JUSTIFICATIVA
A escolha do referido tema justifica-se pela urgência de um trabalho sistematizado contra o bullying, que é um problema comum nas escolas brasileiras, e na E.M.D.F.N não é diferente, infelizmente já foram constatadas algumas formas de violência verbal de alunos contra colegas, principalmente no tocante às crianças que por algum problema de visão usam óculos, ou que estão acima do peso. Assim sendo, propõe-se a utilização do Cordel como instrumento para abordar a temática escolhida, e também, o seu estudo como gênero textual.


 Estrofes retiradas do folheto Origem da Literatura de Cordel e A Sua Expressão de Cultura Nas Letras de Nosso País.


"Cordel quer dizer barbante
Ou senão mesmo cordão,
Mas cordel-literatura
É a real expressão
Como fonte de cultura
Ou melhor poesia pura
Dos poetas do sertão.
(...)

O chamado trovador
Ou poeta popular
Era semi-analfabeto
Porém sabia rimar,
Seus folhetos escrevia
E os sertanejos os liam
Por ser o seu linguajar.
(...)

O cordel é dividido
Escrito, cantado, oral,
Porém o cordel legítimo
É aquele tipo jornal,
Que trazia a notícia nova
Em sextilhas, nunca em trova
Que agrada o pessoal.
(...)

O cordel sendo cultura
Hoje tem sua tradição,
Chamado literatura
Veículo de educação
Retrata histórias passadas
Que estão documentadas
Para toda geração."


Rodolfo Coelho Cavalcante.


3 OBJETIVOS

3.1 OBJETIVO GERAL

Sensibilizar a comunidade escolar em geral da E.M.D.F.N, através da Literatura de Cordel, de que o bullying, em maior ou menor grau de incidência, é fonte geradora de outras formas de violência explícita ao longo dos tempos em nossa sociedade, e dessa forma, erradicá-lo naquela instituição.

3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Literatura de Cordel
  • Conhecer o Cordel e as práticas sociais de produção e circulação desse gênero textual;
  • Identificar os elementos organizacionais e estruturais do cordel;
  • Identificar a finalidade do gênero textual cordel;
  • Confeccionar cordéis sobre o tema;
Língua Inglesa

·         Conhecer a terminologia da palavra bullying;
·         Comparar os significados do verbo to bully e do adjetivo bully em português e em inglês;
·         Traduzir e interpretar textos de inglês para português sobre a temática em questão;
Tema:
Bullying: um problema com tradução através do cordel
·         Debater com os alunos sobre comportamento agressivo físico e moral;
·         Conhecer as categorias e tipos de bullying;
·         Compreender as possíveis conseqüências para as vítimas e para os autores;
·         Conhecer as situações e lugares em que geralmente ocorre;
·         Compreender a caracterização de bullying e as características dos bullies;
·         Conhecer as formas de punição para quem pratica.

4 ATORES E PAPÉIS QUE DEVERÃO DESEMPENHAR

O Projeto Bullying: um problema com tradução através do cordel será desenvolvido com as turmas de 8º e 9º ano da E.M.D.F.N.  Além do citado público-alvo, estarão diretamente envolvidos no projeto, os professores de Língua Inglesa e Língua Portuguesa das referidas turmas, com o papel de mediadores da aprendizagem, participando desde o planejamento até a avaliação, a coordenação pedagógica, que terá a função de acompanhar todo o processo, participando como articuladora, oferecendo o suporte pedagógico necessário. Contaremos também, com a parceria da gestão, que acompanhará e apoiará o desenvolvimento das atividades, de forma a garantir a organização do espaço físico e o suporte material, e ainda, envolveremos os pais, no tocante a incentivar e acompanhar a participação dos seus filhos nas atividades, apoiando e contribuindo para a construção da cidadania. O trabalho em equipe é fonte inesgotável de superação e valorização.


5 ETAPAS E AÇÕES PARA REALIZAÇÃO DO PROJETO

Para o desenvolvimento desse projeto serão percorridas as seguintes etapas e ações: 

Etapa 1: Planejamento

·         Realizar encontro para planejamento das atividades com os professores envolvidos e definição do cronograma de atividades para o desenvolvimento do projeto;
·         Definir os parceiros que contribuirão para o desenvolvimento do projeto.

Etapa 2: Apresentação do projeto à Comunidade Escolar
Sensibilização das turmas e da comunidade escolar como um todo, com relação à participação no projeto e explanação sobre as atividades que serão desenvolvidas;

Etapa 3:  Conhecendo o Cordel
 
Atividade 1:
·         Levantamento dos conhecimentos prévios do aluno sobre Cordel;
  



                      
A partir das imagens projetadas realizar questionamentos com os alunos:
Vocês sabem ou imaginam o que está pendurado neste varal?

Dependendo da experiência prévia dos alunos com esse tipo de literatura, eles poderão identificar que se trata da Literatura de Cordel. Caso não consigam, será explicado para eles que se trata da Literatura de Cordel. Em seguida, será lido o trecho de um cordel que fala sobre a história desse gênero literário. 

O cordel em cordel
Autor: Roberto Coutinho da Motta
Pseudônimo Literário: Bob Motta
 [...]
O meu nome é Bob Motta,
E eu tenho a satisfação.
De fazer uma explanação,
Do que eu tenho na memória,
Dizendo em meus simples versos,
Os quais eu metrifiquei,
O que na mente guardei,
Do cordel e sua história.
Na Espanha e em Portugal,
No século dezesseis,
O cordel, digo a vocês, não era algo de novo
Pois o mesmo enfatizava,
Estórias e expedições,
Falava das tradições,
Ligadas ao povo.
As narrativas e estórias,
Na memória armazenadas,
De pai prá filho, passadas,
Do que ficara prá trás.
Romances, guerras, viagens,
Faziam parte das listas,
Ode a mitos regionais.
Bem antes do surgimento,
Da imprensa, do jornal,
O Cordel era em geral,
A fonte de informação.
Os fatos mui relevantes,
Ou passagens corriqueiras,
Tinham de qualquer maneira,
No Cordel, divulgação.
Para chegar ao povão,
Na Espanha e em Portugal,
Dava um trabalho infernal,
Porém, ficava bonito.
O cordel, antes da imprensa,
Era ao povo, apresentado.
Num trabalho elaborado,
Em caderno manuscrito.
Depois, pequenos folhetos,
de estórias mirabolantes,
eram presos em barbantes,
por cada um menestrel.
Ficavam assim expostos,
Manhãs e tardes inteiras,
Pelas barracas das feiras,
Daí o nome, Cordel. [...]

Disponível em: http://www.bobmottapoeta.com.br/publicacao.aspx?id=47 Acesso em 06 de dezembro de 2011.


     Atividade 2
·         Estudo: definição e história do Cordel pela Wikipédia;

                  Literatura de cordel vulgarmente conhecida no Brasil como folheto, é um gênero literário popular escrito freqüentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folhetos. Remonta ao século XVI, quando o Renascimento popularizou a impressão de relatos orais, e mantém-se uma forma literária popular no Brasil. O nome tem origem na forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda, pendurados em cordas, cordéis ou barbantes em Portugal. No Nordeste do Brasil o nome foi herdado, mas a tradição do barbante não se perpetuou: o folheto brasileiro pode ou não estar exposto em barbantes. Alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, também usadas nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores. Para reunir os expoentes deste gênero literário típico do Brasil, foi fundada em 1988 a Academia Brasileira de Literatura de Cordel, com sede no Rio de Janeiro.

Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_cordel>Acesso em 06 de dezembro de 2011.

Atividade 3
Questões sobre o texto:

·         Qual o título do cordel lido?
·         Em que lugar surgiu o cordel?
·         Em que tempo esse gênero foi criado?
·         Que temas eram abordados pelos cordéis quando eles surgiram?
·         Qual era a função do cordel no tempo de seu surgimento?
·         Por que o cordel recebeu esse nome?
 

Atividade 4
·         Entendendo os folhetos (explanação a partir de exibição de slides)

O que é estrofe?
O que é verso?
O que é xilogravura?

Diferença entre poema e cordel:
Literatura de Cordel é uma poesia narrativa por contar sempre uma história, enquanto o poema nem sempre está contando uma história. Além disso, o poema não é, necessariamente, rimado, enquanto o cordel tem essa obrigatoriedade.

Forma
Quanto ao aspecto físico, o folheto de cordel tradicional é feito em papel-jornal e possui o tamanho de um livro de bolso, para que o papel seja utilizado de maneira econômica; uma folha do tamanho ofício resulta em quatro páginas do cordel. Existem cordéis impressos em papéis de melhor qualidade e com um tamanho maior. A ilustração visual presente na capa do cordel é realizada pela xilogravura, gravura talhada em madeira. Antes, as ilustrações eram feitas através de fotos de pessoas famosas e cartões-postais.
Definido como a poesia popular em verso, o cordel possui estrofe de seis (sextilhas), sete (septilhas) ou dez versos (décimas), e verso de sete (redondinha maior) ou dez sílabas poéticas (decassílabo). Os versos contidos no cordel podem ser classificados em quatro tipos: pelejas, noticiosos, ABCs e romances. As pelejas são desafios entre dois poetas que tentam mostrar suas habilidades poéticas para provarem quem é o melhor. Muitas vezes, o desafio acaba em versos de depreciação mútua. Os cordéis noticiosos narram ao povo uma informação política, econômica ou social que foi publicada nos jornais. Os ABCs são poemas narrativos, nos quais cada estrofe equivale a uma letra do alfabeto. Os romances são narrativas de amor e aventura, geralmente, inspiradas em histórias oriundas na Idade Média européia.

Principais representantes
São considerados pioneiros da poesia de cordel, no Brasil, os paraibanos Silvino Pirauá (1848-1913) e Leandro Gomes de Barros (1865-1918). O primeiro ainda não tem seu valor completamente reconhecido, é citado em poucos livros. O segundo é unanimidade, falou-se em cordel, falou-se nele. Leandro Gomes é considerado o primeiro poeta a editar e comercializar o cordel, em 1893. Possuiu uma ampla atividade como autor e editor de cordéis. Em 1909, residindo no Recife, vivia, exclusivamente, com o dinheiro proveniente da venda de cordéis de sua autoria e de outros autores. A postura de Leandro Gomes causou admiração no meio cultural e culminou por gerar seguidores: João Martins de Athayde (1880-1959) – introdutor das ilustrações na capa como modo de chamar a atenção do leitor; Francisco das Chagas Batista; João Melchíades da Silva e outros.
Gêneros do Cordel
Entre as criações dos poetas clássicos, que vieram a ser usadas pelos nossos cantadores, estão a Quadra, a Décima, a Sextilha em decassílabo com rimas.


Sextilha
Sete Linhas ou Sete Pés
Moirões
Moirão de Sete Pés
Moirão Trocado
Moirão que Você Cai
Moirão Voltado
Décima
Martelo Agalopado
Galope a Beira-Mar
Parcela 
Quadrões
Quadrão Trocado
Gabinete
Toada Alagoana
Meia Quadra
Gemedeira
Quadra
Ligeira


Tipos de Cordel:

- Pelejas - os desafios aparecem nos cordéis em uma reprodução do que acontece nas feiras e casas de cantadores de viola. Nesses folhetos, cada poeta mostra suas habilidades no verso e procura depreciar o oponente. Geralmente são escritas em ritmo de "martelo" (versos decassílabos, com acentuação nas terceira, sexta e décima sílabas).
- Folhetos de circunstância ou de época - esta modalidade relata os últimos acontecimentos políticos do País e do mundo, além de histórias curiosas de assassinatos de pessoas famosas ou assombrações que andam pelo sertão. Alguns tornaram-se clássicos, como os que versam sobre as mortes de Padre Cícero, Getúlio Vargas e Tancredo Neves.
- ABCs - poemas narrativos em que cada estrofe corresponde a uma letra do alfabeto.
- Romances - folhetos comumente escritos em sextilhas, com rimas em ABCBDB. Também são mais volumosos: têm de 24 a 56 páginas, enquanto as pelejas e folhetos de circunstâncias têm de 8 a 16 páginas.

Exercícios

·         A partir da leitura do Cordel O encontro de Lampião com Kung Fu em Juazeiro do Norte de Abraão Batista, responder as questões abaixo:


·         Qual o tema do cordel lido?
·         Onde e quando se passa a história narrada?
·         Quem são os personagens presentes no texto e quais suas características?
·         Em qual lugar eles se encontraram?
·         Qual é o tipo e o gênero do cordel lido?
·         O que causou o desentendimento entre os dois?
·         Por quanto tempo os dois duelaram?
·         O que fez com que os dois terminassem o conflito?
·         Há rimas nesse texto? Identifique algumas delas. 

O encontro de Lampião com Kung Fu em Juazeiro do Norte
Por: Abraão Batista. 




Meu leitor, meu amiguinho
Permita a imaginação
Desse encontro imaginário
De Kung Fu com Lampião
Na cidade de Juazeiro
De Padre Cícero Romão...
Pois bem, eu vou dizer
Como foi que aconteceu
Dizendo quem se feriu
Quem matou e quem morreu
Depois diga por aí
Quem contou isso foi eu

Mas se lembre esta história
É livre e imaginária
Vem do direito do poeta
Que tem na indumentária
Do infinito astucioso
Que não tem medo de pária

Lampião, todos conhecem
Mas não sabem interpretar
Só sabem falar mal dele
Porque não quiseram indagar
A causa que ele abraçou
E o que o forçou a matar

Se Lampião foi cangaceiro
Foi que o forçaram a matar
Ele era bom e justiceiro
Antes de o incriminar
Pois a justiça dos homens
Às vezes não sabe julgar


No entanto, o meu assunto
O que agora vou descrever
É de Lampião, o cangaceiro
Com Kung Fu do caratê
E se você não o conhece
Vai agora o conhecer

Eu já falei de Lampião
Que é um herói invisível
Nesse momento de Kung Fu
Que é um chinês invencível
Nas grandes lutas de morte
Sempre foi o imbatível

A China tem o seu herói
Que luta pela justiça
Aprendeu as leis dos monges
Que desprezam a vã cobiça
E desde pequeno, que ele
Teve escola sem malícia

Kung Fu desde pequeno
Ficou sozinho no mundo
E os monges do Himalaia
Não o quiseram um vagabundo
Acolheram-no no mosteiro
Ensinando-o todo segundo

Depois que Kung Fu cresceu
Saiu pelo mundo a fora
Procurando fazer justiça
O que sua cartilha decora
A perseguição e a cobiça
São coisas que mais deplora


Kung Fu fez uma promessa
Para no santo Juazeiro
Visitar padrinho Cícero
Que é santo por primeiro
Veio a pé, veio a cavalo
E de navio, como romeiro


Lampião olhou esquivo
Para Kung Fu, e indagou
Onde moras, ó meu irmão?
E Kung Fu lhe afirmou:
— Sou habitante desse mundo
E com capricho suspirou

Os dois se levantaram
E saíram pela igreja
Mas, por fora no patamar
Tinha um soldado com inveja
E gritou para Lampião:
— Tu não perdeste a peleja

Lampião não quis conversar
Depressa meteu-lhe a faca
Dando um só golpe certeiro
E inteiro, cortou-lhe a maca
Que o soldado caiu rolando
Gritando como macaca

Kung Fu vendo aquilo
Deu um pulo para trás
E Lampião na bruta calma
Sem perder o seu cartaz
Limpou a faca e guardou
No seu gesto costumaz
Kung Fu disse assim:
— Que é isso, Lampião?
És homem ou assassino
Que ignoras o teu irmão!
Mas Lampião respondeu:
— Tudo isso é ilusão

Quando a espada de Kung Fu
Batia na faca de Lampião
Com quarenta léguas se via
Aquele enorme clarão
Que o povo de Pernambuco
Pensou que era ilusão

Kung Fu roçava a espada
Lampião se defendia
Com uma faca lombada
Cortando de travessia
E os golpes daquelas armas
De longe a gente ouvia

Se Lampião saltava alto
Kung Fu também saltava
Naquela briga feroz
O fogo azul que faiscava
Tinha um brilho tão grande
Que o dia ofuscava




Atividade 5
·         Relação entre a gravura e o Cordel
1.    A partir das xilogravuras da capa dos cordéis abaixo, pedir aos alunos que criem um título para cada cordel.
                




                         


2.    A partir da capa e dos títulos dos cordéis abaixo, pedir aos alunos que escolham um dos cordéis e criem uma narrativa em estrofes sobre a temática que eles imaginam estar presente nesse texto. Lembrá-los de que precisam seguir a estrutura de rima presente nos textos desse gênero. Os alunos deverão também garantir a presença de certos elementos da narrativa, como a caracterização do espaço e do tempo, os personagens, o narrador e o enredo.
                         




                       

Etapa 4: Introduzindo o tema
Bullying: um problema com tradução através do cordel
Atividade 1:
·         Levantamento dos conhecimentos prévios do aluno sobre Bullying através da aplicação do questionário abaixo e conversa informal:

BULLYING! Você já sofreu alguma violência na escola?


(  ) Sim, agressão física
(   ) Sim, psicológica ( agressão verbal, humilhação)
(   ) Não, pelo contrário, eu cometi a violência e me arrependi.
(   ) Não, mas temo que sofra.
(   ) Não, pelo contrário, eu cometi a violência

·        Debate com os alunos sobre comportamento agressivo físico e moral


Atividade 2:

·         Pesquisa no dicionário de Inglês / Português

Procurar no dicionário a tradução literal das palavras abaixo:

·         Bullying –
·         Bully –
·         String –
·         Strand –

Comparar a tradução encontrada de Bullying e Bully, com o significado e possíveis conseqüências desse problema dentro das escolas.


Atividade 3:

·         Desmontando o texto

Text: Bullying is a big problem!

Every day thousands of teens wake up afraid to go to school. Bullying is a problem that affects millions of students of all races and classes. Bullying has everyone worried, not just the kids on its receiving end. Yet because parents, teachers, and other adults don't always see it, they may not understand how extreme bullying can get.

Bullying is a big problem!

Bullying is when a person is picked on over and over again by an individual or group with more power, either in terms of physical strength or social standing.
Two of the main reasons people are bullied are because of appearance and social status. Bullies pick on the people they think don't fit in, maybe because of how they look, how they act (for example, kids who are shy and withdrawn), their race or religion, or because the bullies think their target may be gay or lesbian.

Some bullies attack their targets physically, which can mean anything from shoving or tripping to punching or hitting, or even sexual assault. Others use psychological control or verbal insults to put themselves in charge. For example, people in popular groups or cliques often bully people they categorize as different by excluding them or gossiping about them (psychological bullying).
They may also taunt or tease their targets (verbal bullying). Verbal bullying can also involve sending cruel instant or email messages or even posting insults about a person on a website — practices that are known as cyberbullying.

One of the most painful aspects of bullying is that it is relentless. Most people can take one episode of teasing or name calling or being shunned at the mall. However, when it goes on and on, bullying can put a person in a state of constant fear.

Guys and girls who are bullied may find their schoolwork and health suffering. Amber began having stomach pains and diarrhea and was diagnosed with a digestive condition called irritable bowel syndrome as a result of the stress that came from being bullied throughout ninth grade. Mafooz spent his afternoons hungry and unable to concentrate in class because he was too afraid to go to the school cafeteria at lunchtime.
Studies show that people who are abused by their peers are at risk for mental health problems, such as low self-esteem, stress, depression, or anxiety. They may also think about suicide more.

Bullies are at risk for problems, too. Bullying is violence, and it often leads to more violent behavior as the bully grows up. It's estimated that 1 out of 4 elementary-school bullies will have a criminal record by the time they are 30. Some teen bullies end up being rejected by their peers and lose friendships as they grow older. Bullies may also fail in school and not have the career or relationship success that other people enjoy.

Disponível em: <http://kidshealth.org/teen/your_mind/problems/bullies.html >Acesso em 06 de dezembro de 2011

Answer questions 31, 32 and 33 according to text:

01. Bullying may seriously affect

A) people’s health in many different ways.
B) people mentally but not physically.
C) children but not their parents.
D) people but not the very bullies themselves.
E) all kinds of people except for the white ones.


Gabarito: letra A

Comentário

O Bullying pode afetar seriamente uma pessoa de diferentes maneiras. De acordo com o texto, no quarto parágrafo, elas podem sofrer agressão física “punching” (socos) e “hitting” (empurrões) ou até agressões sexuais.
As pessoas que sofrem Bullying podem ser excluídas por serem diferentes do restante do grupo, ser vítimas de fofocas e insultadas verbalmente, caracterizando, também, agressão psicológica.

02. Bullying has got to do with

A) dropping out of school due to mental or physical
health problems.
B) the use of physical and psychological force to
ensure superiority of humans over animals.
C) an individual’s or a group’s repeated physical or
psychological molesting of a person.
D) obedience owed to older and more educated
people.
E) guys and girls whose homework cannot be turned
in due to tardiness.

Gabarito: letra C

Comentário

Esta questão procura saber qual seria o significado da palavra Bullying, que é explicado pelo segundo parágrafo do texto “... When a person is picked on over and over again...” (quando alguém ou um grupo pega no pé de alguém repetidamente).

03. “Some bullies attack their targets physically, which can mean anything from shoving or tripping to punching or hitting, or even sexual assault. Others use
psychological control or verbal insults to put themselves in charge.” The reflexive pronoun themselves refers to:

A) assaut.
B) bullies.
C) targets.
D) psychological control.
E) verbal insults.

Gabarito: letra B
Comentário
Esta questão é de uma abordagem lexical com a palavra “themselves”, pois o enunciado pede para o candidato associá-la a algo que foi dito anteriormente no texto. Quando o autor diz “... put themselves in charge.” (colocá-los no comando), ele se refere a quem comete o “bullying”, os chamados “bullies”.
·         Realizar a correção da atividade, discutindo o tema e fazendo os comentários do gabarito.

Etapa 5: Traduzindo o Bullying através do Cordel
Atividade 1:

·         Leitura de cordéis sobre o bullying;
·         Levantamento vocabular (circular as palavras desconhecidas e pesquisar o significado);
·          Debate sobre o tema:
Cacá Lopes e Nando Poeta são poetas cordelistas que tem contribuído com a poesia de cordel para abordar inúmeros temas.
Aproveitando os debates da atualidade sobre o Bullying os poetas trazem ao público sua contribuição.
O Bullying é uma das formas de violência que mais cresce no mundo. É o ato de agressão, física ou verbal, intimidatória ou discriminante, contra um ou mais colegas nas relações sociais e que acabou por entrar no universo das escolas.
Educadores, pais e alunos têm, neste cordel, um excelente mote para iniciar o debate.

Cordel 1: Bullying – uma tortura social
Por: Cacá Lopes e Nando Poeta


De ponta a ponta no mundo
Chove o conflito e a guerra.
A ira, o ódio, o massacre
Irrigam, com sangue, a terra
E a quem se devia amar
Em tanta briga se enterra.


O homem, pela ganância
Escraviza, prende e mata
Explora o suor alheio,
Espanca, suga e maltrata,
Querendo que a riqueza
Seja só do magnata.



A onda de preconceito,
Que traz no berço o racismo,
Faz girar por todo o mundo
O mal do xenofobismo,
Espalha a homofobia
E dissemina o machismo.


Esses males sociais
Cruéis, avassaladores,
Pulam o muro da escola
Com seus grilhões opressores.
Fomentam o bullying, criando
Efeitos arrasadores.



Por meio deste cordel
Chamamos sua atenção
Para debater o bullying,
Um violento vilão,
Cujas feridas abertas
São as lavas de um vulcão

O Bullying é praticado
Por meio de violência,
Proposital, repetida,
Usando de truculência,
Em grupo ou mesmo sozinho
Sem pensar na conseqüência
Aluno em sala de aula
Apelidando o colega.
Em uma característica
O agressor se apega,
Passando a ferir o outro
De maneira torpe e cega

O Bullying tem atingido
Os jovens diretamente.
No corredor das escolas
Ele sempre está presente,
Deixando graves seqüelas
Na vida de muita gente



Disponível em: <http://caiohostilio.com/?p=2334 >Acesso em 08 de dezembro de 2011.



Cordel 2: Bullying
Por: Valéria Bezerra da Silva e Jéssica dos Santos Oliveira
Jornal Mundo Jovem


Com licença minha gente
Precisamos de concentração
Pra falar de um tal de Bullying
Que requer muita atenção

Oh nominho complicado
Poucos sabem de onde vem
Foi o povo americano
Que inventou esse desdém
E aqui pode ser falado
Como valentão ou tiran
Esse danado perturba muita gente
É um negócio confuso
E mais comum do que se imagina
Sendo na escola o lugar mais presente
Misturando exclusão, humilhação
Desprezo e perseguição

Então vamos ficar atentos
E sobre ele prosear
É uma violência silenciosa
Muitas vezes banalizada
Que é preciso apurar
Pois omissos não podemos ficar
Como brincadeira de mau gosto
Invade caladamente as escolas
Deixando na vida de muita gente
Cicatrizes e péssimas memórias
Levantemos essa bandeira

Em nome de todos e da população brasileira
Peço licença novamente
Pra falar aos pais e professores
Que ausência de afeto e acolhimento
Não nos trazem resultados promissores
Esse fator merece vigilância e intervenção
Pois assim, analisamos melhor a situação
E não vemos tanta violência nos corredores
A pessoa fica depressiva
Podendo até se matar
Esse é o Bullyncídio
Que juntos podemos evitar
É pessoal, o negócio não é fácil não
E ninguém merece passar por tamanha humilhação.

Aqui tem pano pra manga
Como o leitor percebeu
Mas vamos ficando por aqui             Pois é uma discussão longa
Reflitam todos sobre o Bullying
E não permitam omitir

Então respeitemos os colegas
E as pessoas em geral
Solucionar esse problema
É agora fundamental
Pôr em prática a discussão
É o passo inicial.
 Disponível em: <http://www.pucrs.br/mj/poema-cordel-135.php > Acesso em 08 de dezembro de 2011.
 
Atividade 2

·         Exibição do vídeo do Cordel Bullying Escolar - A Peleja da Covardia com a Senhora Educação através do You tube;

 

 

·         Comentários sobre o vídeo pelos alunos;
·         Tarefa: produzir um texto com o tema Diga não ao Bullying;
·         Apresentação e exposição dos textos produzidos em mural.

Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=VHgEHuu3Jz8&feature=player_embedded#! >Acesso  em 08 de dezembro de 2011.

Sobre o vídeo

Vara da Infância e da Juventude de Jaboatão dos Guararapes, em parceria com a Prefeitura do município, desenvolveu uma nova forma de combater o bullying nas escolas. Através de um cordel, representantes do Judiciário estadual e do Executivo estão abordando o tema durante visitas a instituições da rede pública de ensino. O próximo encontro acontece no dia 25 de julho, às 14h, na Escola Municipal Vânia Laranjeiras, em Cajueiro Seco.

O material, intitulado “Bullying escolar – A Peleja da Covardia com a Senhora Educação, está sendo distribuído em dez escolas da rede municipal de Jaboatão identificadas com alto índice de violência. A iniciativa tem como objetivo ajudar pais e educadores a prevenir e combater o bullying, fenômeno presente não só na escola como também na comunidade e que prejudica a formação de crianças e adolescentes.
O trabalho integra o Projeto Escola Legal, que tem como objetivo implantar uma cultura de paz, reprimindo e prevenindo a violência no âmbito escolar. Para a juíza da Vara da Infância e Juventude de Jaboatão, Sônia Stamford, que tem participado das visitas, o cordel ajuda a explicar o que é bullying para os jovens e os faz refletir sobre o assunto. “O fato dele ter uma linguagem bem presente facilita a compreensão dos adolescentes”, afirma a magistrada.
Com 20 estrofes distribuídas por seis páginas, o livrinho busca trabalhar o assunto de forma mais interessante para os jovens. O material foi desenvolvido pelo professor de Direito Penal e assessor da Prefeitura de Jaboatão, Isaac Luna. “Depois de realizar pesquisas sobre o tema, achei que seria interessante tratar o bullying de forma mais atraente para os estudantes e a estética do cordel já é algo interessante. A linguagem é divertida e tem muito a ver com a nossa cultura”, explica.

Atividade 3: 

·         Revisão sobre a estrutura do cordel;
·         Criação de cordéis sobre a temática Bullying;
·         Orientação e correção dos aspectos estruturais;
·         Revisão final.

Atividade 4:

·         Oficina de xilogravuras (parceria com o projeto Minha história virou cordel);
·         Confecção da arte da capa dos cordéis que estão sendo produzidos.



Etapa 6: Organização do evento de culminância do projeto

Reunião para organização da Feira de Cordéis da Escola Municipal Domingas Francelina das Neves com todos os envolvidos direta e indiretamente no projeto:

·         Definição do tema do evento (dentro da temática abordada);
·         Distribuição de tarefas;
·         Definição da data e horário;
·         Confecção dos convites e definição de quem será convidado a visitar;
·         Definição das apresentações culturais (sugestões para convidar: cordelistas, emboladores, violeiros, etc.)

Etapa 7:  Culminância

Feira de Cordéis na escola com exposição dos cordéis produzidos pelos alunos, apresentações culturais da terra e palestra com um cordelista da região do Seridó.

Etapa 8: Avaliação

Ao avaliar, o professor deve comprometer-se com critérios claros, definidos e compartilhados com seus alunos para tornar sua avaliação dialógica, ou seja, não só as expectativas de aprendizagem, mas também a qualidade do ensino deve ser avaliada.
Neste projeto será utilizado como método avaliativo a observação direta da participação dos alunos e do interesse por eles demonstrado, além da criticidade apresentada diante dos assuntos tratados, ao mesmo tempo em que será observado o desenvolvimento da prática educativa, isto é, se a metodologia trabalhada foi adequada e produtiva.


7 CRONOGRAMA

Atividades desenvolvidas

Fevereiro
2012

Março
2012

Abril
2012
Etapa1
·         Planejamento das atividades com os professores e seleção de material
De 13 a 17


Etapa 2
·         Sensibilização das turmas e da comunidade escolar como um todo, com relação à participação no projeto e explanação sobre as atividades que serão desenvolvidas;


Dia 02

Etapa 3
Desenvolvimento da 1ª atividade:
·         Levantamento dos conhecimentos prévios do aluno sobre Cordel.

Dia 05

Desenvolvimento da 2ª e 3ª atividade:
·         Estudo: definição e história do cordel pela Wikipédia;
·         Questões sobre o texto.

Dia 08

Desenvolvimento da 4ª atividade:
·         Entendendo os folhetos (explanação a partir de exibição de slides)
·         Exercícios

Dia12


Desenvolvimento da 5ª atividade:
·         Relação entre a gravura e o Cordel.

Dia 15

Etapa 4: Introduzindo o tema Bullying: um problema com tradução através do cordel
Desenvolvimento da 1ª atividade
·         Levantamento dos conhecimentos prévios do aluno sobre Bullying através da aplicação do questionário abaixo e conversa informal.


Dia 16

Desenvolvimento da 2ª e 3ª atividade:
·         Pesquisa no dicionário de inglês para português;
·         Desmontando o texto (interpretação);
·         Correção da atividade.

Dia 19

Etapa 5: Traduzindo o Bullying através do Cordel
Desenvolvimento da 1ª atividade
·         Leitura de cordéis sobre o bullying;
·         Levantamento vocabular (circular as palavras desconhecidas e pesquisar o significado);
·         Debate sobre o tema.

Dia 22

Desenvolvimento da 2ª atividade

·         Exibição do vídeo do Cordel Bullying Escolar - A Peleja da Covardia com a Senhora Educação através do You tube;

·         Comentários sobre o vídeo pelos alunos;
·         Tarefa: produzir um texto com o tema Diga não ao Bullying;
·         Apresentação e exposição dos textos produzidos em mural.

Dias 26 e 29

Desenvolvimento da 3ª atividade:
·         Revisão sobre a estrutura do cordel;
·         Criação de cordéis sobre a temática Bullying;
·         Orientação e correção dos aspectos estruturais;
·         Revisão final.


Dias 02 e 05

Desenvolvimento da 4ª atividade:
·         Oficina de xilogravuras (parceria com o projeto Minha história virou cordel);
·         Confecção da arte da capa dos cordéis que estão sendo produzidos.



Dias 09 e 10
Etapa 6: Organização do evento de culminância do projeto
·         Reunião para organização da Feira de Cordéis da Escola Municipal Domingas Francelina das Neves com todos os envolvidos direta e indiretamente no projeto.



Dia 12
Etapa 7:  Culminância

Feira de Cordéis na escola com exposição dos cordéis produzidos pelos alunos, apresentações culturais da terra e palestra com um cordelista da região do Seridó.



Dia 20

8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AMORIM, Maria Alice. Folheto de feira, a literatura do povo. In Continente Documento “A poesia popular do Nordeste”. CEPE, ano I, Nº 06, janeiro de 2003.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais. 3. ed. Brasília: A Secretaria, 2001. v. 02-07.
CASCUDO, Luís da Câmara. Cinco livros do povo. 3ª ed., João Pessoa: UFPB, 1994.
______. Vaqueiros e cantadores. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: Edusp, 1984.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática Educativa. 33. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006.
Cordéis
BATISTA, Abraão. O encontro de Lampião com Kung Fu em Juazeiro do Norte.1977.¹
CAVALCANTE, Rodolfo Coelho. Origem da Literatura de Cordel e A Sua Expressão de Cultura Nas Letras de Nosso País. s.d.
LOPES, Cacá & POETA, Nando. Bullying – uma tortura social. 2011.²
MOTTA, Roberto Coutinho da. O cordel em cordel. s.d.³
SILVA, Valéria Bezerra da. & Oliveira, Jéssica dos Santos. Bullying. s.d.
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² Disponível em: <http://caiohostilio.com/?p=2334 >Acesso em 08 de dezembro de 2011.

³Disponível em:< http://www.bobmottapoeta.com.br/publicacao.aspx?id=47 >Acesso em 06 de dezembro de 2011.


Por: Maria Tatiany Azevêdo dos Santos

Projeto apresentado na Disciplina Cordel no Curso de Mídias na Educação.